Jul 23 2008

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Intel e eu, no Facebook

Pelo jeito o Facebook chegou ao Brasil para ficar e já vem alcançando o Orkut em volume de usuários.

Tive o prazer de participar de uma iniciativa da Intel para colocar um aplicativo muito bacana dentro do Facebook e convido a todos para experimentar.
O game desafia a sua capacidade de responder de forma rápida as perguntas relacionadas à tecnologia e avalia no seu nível de Geek. No M&M Online foi publicada uma notinha e eu aqui publico outra, convidando todo mundo a acessar.
Como em casa de ferreiro, espeto é de pau. Eu ainda sou um Macaco no nível de Geek… hehehe Você pode evoluir no game e colocar o seu nível no blog. O meu é vergonhoso, vou melhorar. Detalhe: o game só está disponível e espanhol.

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Jun 30 2008

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Inspirar pessoas é muito inspirador.

Fui convidada pelo Guilhermo Reis para participar do Curso de Arquitetura de Informação no qual ele é professor de uma galerinha porreta por dois dias na Jump Education.

Minha primeira reação foi: - Ai meu deus, o que eu vou falar para este povo. Depois, respirei fundo e vi que era só eu falar o que eu sabia, o que eu fazia o dia todo, que seria mais do que suficiente. Será?

Adiei até o último momento a montagem da minha apresentação como toda boa brasileira, né. Fechei os detalhes dois dias antes do prazo final de entrega. Depois de muito matutar quais eram os cases que eu deveria levar acabei montando uma estratégia interessante.

Meu maior problema era. O Guilhermo havia passad 2 dias inteiros com aquele pessoal, descendo a lenha na teoria e eu aos 45 minutos do segundo tempo teria que entrar mostrando cases. Pensei, haja saco deles, né. Morrendo de medo da sala se esvaziar quando eu começasse a falar.

Então o meu truque foi primeiro contradizer tudo aquilo o que o Guilhermo havia falado até o momento, mostrando como tudo aquilo era legal na teoria. Mas como eu decidi começar minha palestra: “Na prática, a teoria é outra”.

Todos se mostraram bastante interessados naquele meu raciocício maluco, mas um tanto quanto pertinente. E foi assim que eu consegui continuar mostrando um pouco do meu trabalho.

Tudo bem, eu usei o Modelo de Garret para mostrar como user a teoria nos meus cases, mas isso foi realmente para mostrar que a teoria é muito útil. Você tem que conhecê-la decor para poder então escolher que partes dela quer usar.

Mas o mais interessante e recompensador foi ver o resultado disso, pessoas me mandando e-mail, perguntando, se interessando, pensando. Esta parte foi o que mais me encantou dessa experiência. Inspirar pessoa pode ser muito inspirador.

PS.: Queria agradecer os e-mails e posts de todo mundo que participou e vem participando das discussões dentro e fora da sala de aula. Valeu mesmo, pessoal.

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May 14 2008

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Quer que eu desenhe?

Esta frase nunca esteve tão presente no meu dia-a-dia quanto esteve esta semana.
Digo isso porque tenho me supreendido com a capacidade dos desenhos se tornarem algo essencial para explicar algumas idéias. Por exemplo, estou trabalhando num enorme projeto, que envolve inúmeras áreas da empresa, todo mundo está fazendo suas atividades de forma desordenada e sem controle algum.

Mental ModelsPercebi então que precisava estabelecer uma metodologia de trabalho para que todos juntos conseguíssemos chegar a algum lugar. Lá fui eu então recorrer ao livro “Mental Models“, que muito tem me ajudado, para tentar colocar no papel aquele emaranhado de idéias brilhantes, mas à princípio sem sentido algum.

É aí, que entre o coitado do Arquiteto de Informação, que não sei porque, acho que pelo perfil multidiciplinar, consegue colocar ordem em toda aquela bagunça e ainda colocá-la no papel de forma que todos tenham a capacidade de entendê-la.

Fiquei curiosa e resolvi procurar uma lógica neste conflito e entender o porquê o AI, mesmo num projeto que não é puramente on-line, tem que ser o líder para colocar ordem na casa.

Fui a fundo e busquei no Aurélio:

Arquiteto = sm (lat architectu) 1 Aquele que projeta ou dirige construções de edifícios. 2 O que projeta ou idealiza qualquer coisa. 3 O que se graduou num curso de arquitetura. fem: arquiteta. A. paisagista: indivíduo cuja profissão é arranjar e modificar o panorama natural de um trato de terreno, de modo a produzir o melhor efeito estético em relação ao uso que se quer fazer desse terreno. Grande arquiteto do Universo, Maçon: Deus.*

Informação = sf (lat informatione) 1 Ato ou efeito de informar. 2 Transmissão de notícias. 3 Comunicação. 4 Ação de informar-se. 5 Instrução, ensinamento. 6 Transmissão de conhecimentos. 7 Indagação. 8 Opinião sobre o procedimento de alguém. 9 Parecer técnico dado por uma repartição ou funcionário. 10 Investigação. 11 Inquérito. 12 Miner Presença de quartzo hialino e outros satélites denunciadores do diamante. I. privilegiada: informação que não é tornada pública, mas é utilizada por pessoas que a conhecem, para negociar na bolsa, a fim de obter vantagens.

Concluindo:

Arquiteto de Informação = É aquele que projeta ou idealiza qualquer informação para trasmitir conhecimento.

Sendo assim, o Arquiteto de informação é a pessoa mais indicada para trabalhar em projeto cuja a ordem e a lógica sejam uma premissa básica, seja ele qual for a demanda on ou off-line. A nossa participação torna-se cada vez mais importante na medida em que se proliferam as ações e todas elas precisam estar integradas de forma inteligente.
E quando se trata ainda de colocar no papel toda essa orgem, fica claro que sem uma pessoa com o perfil de um AI fica difícil atingir um poder de síntese e visão espacial para colocar tudo num único fluxo ou desenho de forma lógica, coerente e amarrada.

Dilema dividido com vocês, agora posso dormir tranquila. Boa noite.

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May 07 2008

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Permissão de usuário no Axure

Esta semana entreguei um trabalho realizado no Axure.
Confeso que demorei em média 30% a mais do que demoraria para fazê-lo no bom e velho Visio, mas o resultado tem sido encorajador.
Uma das coisas que mais me chamou a atenção, foi o software permitir que eu crie regras de permissão de usuários nas páginas. Isso mesmo! Você coloca senhas para cada perfil de usuário e cria lá mesmo as regras de acesso aos conteúdos de cada um deles.
Por exemplo, se um usuário com determinado perfil se logar com uma determinada senha, permito que ele acesse determinada página no meu site. Isso me deixou bastante feliz, porque evitou por exemplo que eu tenha que criar documentos alternativos para explicar isso. Sendo assim, acredito que a produtividade vai ficar em segundo plano versos os benefícios que estou conseguindo usando o Axure 5.
Você pode encontrar o passo-a-passo de como fazer isso no site do Axure.

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May 07 2008

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A UX team of one

Depois que fiz o post abaixo, lembrei da conference do Summit IA 2008 feita pela Leah da Adapt Path, onde ela fala sobre os desafios de ser um time de user experience de uma única pessoa. Vale a pena dar uma olhada.

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May 07 2008

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Mapa primeiro, wire depois?

Hoje entrei no mesmo dilema que venho enfrentando há alguns anos nesta profissão de arquiteto de informação: qual é o processo ideal de apresentação da Arquitetura de Informação de um projeto para o cliente?

Conto como eu venho fazendo:
1 - Desenvolve-se o mapa do site e webcontent (documento que detalha e descreve o conteúdo do mapa).
2 - Após aprovados estes acima, inicia-se o desenvolvimento de wireframe de home e interna.
3 - Aprovados estes, inicio a produção dos demais wireframes.

Vocês podem me perguntar porque eu uso este processo. Eu digo que assim ganho produtividade, porque fecho o escopo com o mapa, dimensiono o tamanho do trabalho e só com o conteúdo aprovado desenvolvo os wireframes.
Mas isso não é assim tão simples. Hoje tive a prova disso.

Após apresentar o mapa, o cliente voltou com um ppt, que era uma tentativa frustrada de desenhar um wireframe. Detalhe ele deve ter passado a noite fazendo porque achou que assim seria mais fácil da agência entender o que ele queria. Depois da situação contrangedora de ver aquele “wireframe”, pensei se não seria o caso de mudar as regras do jogo e passar a apresentar junto ao mapa um estudo de home e interna e gastar um tempo a mais, mesmo que sejam, em alguns casos, trabalho jogado fora.

Sei que essa deve se uma discussão forte para todos os profissionais, pois no Summit IA 2008 essa questão foi levantando não só em uma, mas em mais de uma dúzia de palestras.

Bom vou daqui tentando e vocês daí comentando, quem sabe juntos chegamos numa conclusão mais acertada.
 

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Apr 29 2008

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Curva de aprendizado do usuário. Até aonde vai?

Hoje tive uma experiência bastante interessante no que diz respeito a experiência do usuário com um software ou uma ferramenta de uso diário.
Eu tinha muito claro na cabeça que a curva de aprendizado do usuário por mais longa que fosse, sempre tinha um fim. Ou seja, por mais tempo que o usuário demorasse para aprender a usar determinada tecnologia, um dia, finalmente, ele teria aprendido.
Doce ilusão a minha. Durante uma sessão numa dessas empresas que fazem móveis sob medida, naqueles famosos softwares 3D que geram a visão decorativa do produto, estava eu pedindo para que a moça que monta o projeto salve-o em JPG para que eu pudesse mostrar ao meu marido. Ela gentilmente respondeu: - Não dá para salvar, você não tem o programa, tem?
E eu rápidamente pensei: Putzzz, mas será que um software moderno desses não permite simplesmente salva aquilo num JPG, dê um print screen da tela então, ora pois.
Lá fui eu, mais uma vez, dar de encherida com a moça.
Eu falando para a moça: - Vem cá, não é possível que esse troço não salve em JPG.
A moça: - Olha eu não entendo nada disso (detalhe que ela fica o dia inteiro fazendo projeto naquilo, e não é uma interface simples)
E lá fui eu de novo: - Vamos lá, mas se a gente for aqui, clicar aqui…E…Ualllll…Fiat JPG…
A moça: - Nossssaaaa!!! Mas que coisa interessante. Amanhã eu vou levar um projeto para um cliente em São Caetano, se eu fizer isso posso mandar por e-mail. EURECAAAAA!!!!

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Resumindo: ajudei a economizar a gasolina dela e conclui que por mais que um caboclo passe mais de 10 horas operando uma ferramenta ele só vai completar a curva de aprendizado se for treinamento ou possuir um perfil muito específico de usuário.

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Apr 29 2008

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Axure 5 - Share your project

Já é o meu quinto grande projeto usando o Axure e a cada dia que passa estou ficando mais impressionada com a rapidez e produtividade que tenho ganhado no desenvolvimento dos wires.

Axure Share

Recentemente instalei a recente versão 5.0, lançada em 15/04/2008, onde o principal apelo do upgrade é o compartilhamento e a construção de projetos em equipe. Este era o ponto crítico quando usava o Visio e tinha que desenvolver projetos em grupo, sempre tinhamos problemas.

Biblioteca VisioO compartilhamento do projeto no Axure é bastante simples e funcional e faz com que você consiga ter um controle de versão bastante interessante, principalmente se você trabalha numa equipe com mais de três pessoas.

Para mim, o ponto fraco do software ainda é a limitação para a criação de uma biblioteca de padrões como os stencils dos Visio, isso dificulta o trabalho e faz com que seja preciso abrir projetos antigos para recuperar as patterns já construídas.

Estou aprendendo a trabalhar melhor com as Master, que são como as páginas guia do powerpoint. Quando você manda gerar o documento de especificação, se você não usa bem as master, algumas especificações ficam um tanto quanto redundantes e deixam o documento extenso demais.

Uma boa dica para iniciar no Axure é assistir aos treinamentos no site. Estão em inglês, mas se você tiver o software instalado no seu PC e seguir os passos, consegue acompanhar.

Bom vou testando daqui e vcs daí. Me digam o que acham, estou participando do grupo de report do Axure, bimestralmente passo um e-mail para a equipe solicitando melhorias. Sugestões são bem-vindas.

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Apr 25 2008

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Stop motion: a nova onda da web

Filed under estratégia

Parece que, assim como no mundo da moda, a propaganda também segue tendências. E o stop motion é a onda do momento.
A Nokia entrou com uma iniciativa muito interessante e que com certeza deu um mega trabalho na produção pelo número de figurantes.
O ponto alto é a inovação de um game em stop motion todo em vídeo, com uma jogabilidade bastante interessante e com velocidade de resposta aceitável para um vídeo na banda larga brasileira.

Outras duas iniciativas brasileiras bem executadas, mas um tanto quanto semelhantes entre elas, foram das agências Hello Interactive e TBWA. Ambas usaram o recurso para apresentar suas agências. Veja os vídeos abaixo e tirem suas conclusões.

Vídeo da Hello Interactive

Vídeo da TBWA

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Oct 09 2007

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Inovação ou pertinência?

Filed under Viral, estratégia

Algumas estratégias on-line podem até não ser tão novas, mas são perfeitamente adequadas. Como é este caso.

Já tentei de tudo

O site www.jatenteidetudo.com.br se apropriou de uma estratégia usada no Subservient Chicken para viralizar uma experiência e está sendo um grande sucesso. Vejam os posts publicados no blog Brainstorm9. As pessoas realmente vivem a expêriência e tentam descobrir o que é preciso digitar para a menina passar os ingredientes no cabelo. O teaser está funcionando, as pessoas realmente estão curiosas a respeito. Isso é uma prova que a estratégia não necessariamente precisa ser inovadora, mas precisa ser pertinente.

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