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User Experience: The Definition?

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Estava navegando na ansiedade sempre constante de encontrar respostas, sinais, definições … que me façam exergar melhor o que faço e como posso fazer cada vez melhor.

Entre estas andanças me deparei com a definição de User Experience desenhada pelo Nielsen Norman Group. Uma definição um tanto quanto ampla e que me fez pensar: Será que esta é mais uma nomenclatura para tentar tangibilizar algo que está em constante mutação?

“User experience” encompasses all aspects of the end-user’s interaction with the company, its services, and its products. The first requirement for an exemplary user experience is to meet the exact needs of the customer, without fuss or bother. Next comes simplicity and elegance that produce products that are a joy to own, a joy to use. True user experience goes far beyond giving customers what they say they want, or providing checklist features. In order to achieve high-quality user experience in a company’s offerings there must be a seamless merging of the services of multiple disciplines, including engineering, marketing, graphical and industrial design, and interface design.
 
 

February 3rd, 2010

Process

Design de Interação

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É interessante mergulhar no mundo da arquitetura e descobrir que é uma disciplina tão nova (= ou – 10 anos). Quando falo isso percebo que há muito a se fazer, muito a se descobrir, compreender e estruturar.
A própria denominação da área tem mudado, transmutado, evoluido… Arquitetura de Informação, Design de Interação, User Experience, Usabilidade. Discilplinas complexas que hoje são desempenhadas pelo mesmos profissional no Brasil, mas que começam a ganhar corpo de forma separada e especializada.
Encontrei esta apresentação que fala especificamente sobre o Design de Interação, achei interessante compartilhar. Divirtam-se.
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January 23rd, 2010

livro

Inspirar pessoas é muito inspirador.

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Fui convidada pelo Guilhermo Reis para participar do Curso de Arquitetura de Informação no qual ele é professor de uma galerinha porreta por dois dias na Jump Education.

Minha primeira reação foi: – Ai meu deus, o que eu vou falar para este povo. Depois, respirei fundo e vi que era só eu falar o que eu sabia, o que eu fazia o dia todo, que seria mais do que suficiente. Será?

Adiei até o último momento a montagem da minha apresentação como toda boa brasileira, né. Fechei os detalhes dois dias antes do prazo final de entrega. Depois de muito matutar quais eram os cases que eu deveria levar acabei montando uma estratégia interessante.

Meu maior problema era. O Guilhermo havia passad 2 dias inteiros com aquele pessoal, descendo a lenha na teoria e eu aos 45 minutos do segundo tempo teria que entrar mostrando cases. Pensei, haja saco deles, né. Morrendo de medo da sala se esvaziar quando eu começasse a falar.

Então o meu truque foi primeiro contradizer tudo aquilo o que o Guilhermo havia falado até o momento, mostrando como tudo aquilo era legal na teoria. Mas como eu decidi começar minha palestra: “Na prática, a teoria é outra”.

Todos se mostraram bastante interessados naquele meu raciocício maluco, mas um tanto quanto pertinente. E foi assim que eu consegui continuar mostrando um pouco do meu trabalho.

Tudo bem, eu usei o Modelo de Garret para mostrar como user a teoria nos meus cases, mas isso foi realmente para mostrar que a teoria é muito útil. Você tem que conhecê-la decor para poder então escolher que partes dela quer usar.

Mas o mais interessante e recompensador foi ver o resultado disso, pessoas me mandando e-mail, perguntando, se interessando, pensando. Esta parte foi o que mais me encantou dessa experiência. Inspirar pessoa pode ser muito inspirador.

PS.: Queria agradecer os e-mails e posts de todo mundo que participou e vem participando das discussões dentro e fora da sala de aula. Valeu mesmo, pessoal.

June 30th, 2008

Quer que eu desenhe?

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Esta frase nunca esteve tão presente no meu dia-a-dia quanto esteve esta semana.
Digo isso porque tenho me supreendido com a capacidade dos desenhos se tornarem algo essencial para explicar algumas idéias. Por exemplo, estou trabalhando num enorme projeto, que envolve inúmeras áreas da empresa, todo mundo está fazendo suas atividades de forma desordenada e sem controle algum.

Mental ModelsPercebi então que precisava estabelecer uma metodologia de trabalho para que todos juntos conseguíssemos chegar a algum lugar. Lá fui eu então recorrer ao livro “Mental Models“, que muito tem me ajudado, para tentar colocar no papel aquele emaranhado de idéias brilhantes, mas à princípio sem sentido algum.

É aí, que entre o coitado do Arquiteto de Informação, que não sei porque, acho que pelo perfil multidiciplinar, consegue colocar ordem em toda aquela bagunça e ainda colocá-la no papel de forma que todos tenham a capacidade de entendê-la.

Fiquei curiosa e resolvi procurar uma lógica neste conflito e entender o porquê o AI, mesmo num projeto que não é puramente on-line, tem que ser o líder para colocar ordem na casa.

Fui a fundo e busquei no Aurélio:

Arquiteto = sm (lat architectu) 1 Aquele que projeta ou dirige construções de edifícios. 2 O que projeta ou idealiza qualquer coisa. 3 O que se graduou num curso de arquitetura. fem: arquiteta. A. paisagista: indivíduo cuja profissão é arranjar e modificar o panorama natural de um trato de terreno, de modo a produzir o melhor efeito estético em relação ao uso que se quer fazer desse terreno. Grande arquiteto do Universo, Maçon: Deus.*

Informação = sf (lat informatione) 1 Ato ou efeito de informar. 2 Transmissão de notícias. 3 Comunicação. 4 Ação de informar-se. 5 Instrução, ensinamento. 6 Transmissão de conhecimentos. 7 Indagação. 8 Opinião sobre o procedimento de alguém. 9 Parecer técnico dado por uma repartição ou funcionário. 10 Investigação. 11 Inquérito. 12 Miner Presença de quartzo hialino e outros satélites denunciadores do diamante. I. privilegiada: informação que não é tornada pública, mas é utilizada por pessoas que a conhecem, para negociar na bolsa, a fim de obter vantagens.

Concluindo:

Arquiteto de Informação = É aquele que projeta ou idealiza qualquer informação para trasmitir conhecimento.

Sendo assim, o Arquiteto de informação é a pessoa mais indicada para trabalhar em projeto cuja a ordem e a lógica sejam uma premissa básica, seja ele qual for a demanda on ou off-line. A nossa participação torna-se cada vez mais importante na medida em que se proliferam as ações e todas elas precisam estar integradas de forma inteligente.
E quando se trata ainda de colocar no papel toda essa orgem, fica claro que sem uma pessoa com o perfil de um AI fica difícil atingir um poder de síntese e visão espacial para colocar tudo num único fluxo ou desenho de forma lógica, coerente e amarrada.

Dilema dividido com vocês, agora posso dormir tranquila. Boa noite.

May 14th, 2008

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Axure 5 – Share your project

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Já é o meu quinto grande projeto usando o Axure e a cada dia que passa estou ficando mais impressionada com a rapidez e produtividade que tenho ganhado no desenvolvimento dos wires.

Axure Share

Recentemente instalei a recente versão 5.0, lançada em 15/04/2008, onde o principal apelo do upgrade é o compartilhamento e a construção de projetos em equipe. Este era o ponto crítico quando usava o Visio e tinha que desenvolver projetos em grupo, sempre tinhamos problemas.

Biblioteca VisioO compartilhamento do projeto no Axure é bastante simples e funcional e faz com que você consiga ter um controle de versão bastante interessante, principalmente se você trabalha numa equipe com mais de três pessoas.

Para mim, o ponto fraco do software ainda é a limitação para a criação de uma biblioteca de padrões como os stencils dos Visio, isso dificulta o trabalho e faz com que seja preciso abrir projetos antigos para recuperar as patterns já construídas.

Estou aprendendo a trabalhar melhor com as Master, que são como as páginas guia do powerpoint. Quando você manda gerar o documento de especificação, se você não usa bem as master, algumas especificações ficam um tanto quanto redundantes e deixam o documento extenso demais.

Uma boa dica para iniciar no Axure é assistir aos treinamentos no site. Estão em inglês, mas se você tiver o software instalado no seu PC e seguir os passos, consegue acompanhar.

Bom vou testando daqui e vcs daí. Me digam o que acham, estou participando do grupo de report do Axure, bimestralmente passo um e-mail para a equipe solicitando melhorias. Sugestões são bem-vindas.

April 29th, 2008